Feminismo en la voz de una periodista feminista. Virgínia Quaresma

5 de Abril de 2012 § Deixe um comentário

Isabel Lousada, “Feminismo en la voz de una periodista feminista. Virgínia Quaresma” in XV Coloquio Internacional de AEIHM. Y História : diálogos entre España y America Latina, Associação Espanhola de Investigação Histórica, 2010.

http://run.unl.pt/handle/10362/4362

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Adelaide Cabete: entre a eugénica e a eugenética na defesa da Res publica

5 de Abril de 2012 § Deixe um comentário

Isabel Lousada, “Adelaide Cabete: entre a eugénica e a eugenética na defesa da Res publica” in Letras & Ciências – As duas Culturas de Filipe Furtado, Caleidoscópio, 2009, pp. 513-531.

http://run.unl.pt/bitstream/10362/2598/1/Lousada_Cabete.pdf

Adelaide Cabete

5 de Abril de 2012 § Deixe um comentário

Isabel Lousada, “Adelaide Cabete” in As Mulheres e a República: agenda feminista 2010, UMAR, 2009.

http://run.unl.pt/bitstream/10362/2572/3/ILousada1.pdf

República

5 de Abril de 2012 § Deixe um comentário

Isabel Lousada, “República” in As Mulheres e a República: agenda feminista 2010, UMAR, 2009.

http://run.unl.pt/bitstream/10362/2573/3/ILousada2.pdf

“Adelaide Cabete era uma pioneira”

5 de Abril de 2012 § Deixe um comentário

Isabel Lousada entrevistada por Nuno Miguel Ropio, Jornal de Notícias, 6 de Fevreiro 2011

http://run.unl.pt/bitstream/10362/5348/1/6%20DE%20FEVEREIRO%202011%20-%20ENTREVISTA%20ADELAIDE%20CABETE.pdf

 

 

 

Adelaide Cabete (1867-1935)

5 de Abril de 2012 § Deixe um comentário

Isabel Lousada, Adelaide Cabete (1867-1935), CIG, 2010.

http://run.unl.pt/bitstream/10362/5089/1/Adelaide%20Cabete_Miolo.pdf

 Adelaide Cabete é uma figura incontornável na História das Mulheres Portuguesas. Como mulher soube impor-se numa sociedade fechada, tradicionalmente patriarcal, capaz de sujeitar o feminino ao foro do privado, num isolamento a que não sobreviveriam tantas outras mulheres da sua geração. Casou com Manuel Fernandes Cabete, muito nova, logo após o seu décimo nono aniversário, e foi no dia do seu casamento, a 10 de Fevereiro de 1886, que assinou pela última vez Adelaide de Jesus Brazão. E o casamento, ao invés de se tornar no “fado” ou em “fardo”, tornou-se precisamente fonte de crescimento e liberdade. Feminista assumida, nunca olhou o matrimónio como um impedimento, embora tenha sabido compreender todos os casamentos que se transformaram em obstáculos, destruindo muitos sonhos pueris de adolescentes e acabado por denunciá-los como indesejáveis. Não só por isso, mas também por isso mesmo, é vista como pioneira. Formando-se em medicina e exercendo clínica na espe -cialidade de Ginecologia a partir de 1900, inscrita na Socie -dade das Ciências Médicas desde 15 de Dezembro, Adelaide foi notável entre pares, num universo maioritariamente composto por homens.

República e Republicanas

4 de Abril de 2012 § Deixe um comentário

http://run.unl.pt/handle/10362/3989

 

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